terça-feira, 23 de novembro de 2010

Por que ser um Psicólogo ?

terça-feira, 27 de abril de 2010
Quando iniciamos na faculdade sempre surge essa pergunta principalmente porque a Psicologia ainda está vinculada preconceituosamente à loucura. Na verdade, passamos toda a faculdade e depois toda a nossa vida profissional desmistificando esse conceito, que em muitos casos, está inconscientemente formulado na cabeça das pessoas. Porém, essa não é uma discussão que vou entrar no momento.

O que gostaria de levantar seria porque o indivíduo escolhe, ou é escolhido independente do viés que se busca adotar, a Psicologia como forma de trabalho e atuação.

Lembro que fui a um pré-congresso na UFF organizado pelo Conselho de Psicologia no mês passado e um palestrante, que não recordo o nome, falo exatamente sobre esses fatores identificando-os como 3 (igual aos que identificávamos ainda na faculdade):

1 - Questão familiar - o indivíduo busca a Psicologia porque alguém da família é desta área. Ou seja, pais, mães, tios, primos e outros, serviram de referência para a busca dessa profissão.

2 - Porque passou ou estava passando por alguma questão emocional, psicológica e por isso, achava que poderia trabalhá-la na faculdade de Psicologia em vez de procurar um profissional e iniciar um tratamento Psi. Nesse ponto, vale lembrar que essa opção seria muito mais cara (em se tratando de faculdades particulares). Muitas das vezes, em aulas bastante específicas, percebíamos que essa pessoa não dava conta do que estava sendo ilustrado.

3 - Altruísmo - uma doação pessoal para promover o bem. E acho que foi nesse caso que me encaixei. Ninguém da minha família é dessa área e tampouco me identifiquei na opção 2, até porque quando percebi uma necessidade de entrar em contato com minhas questões, fui fazer terapia imediatamente. Mas quanto retrato o fato de ajudar as pessoas, percebo que sempre busquei isso. E até hoje, mesmo antes de me ver nesse ponto, lembro que sempre que me perguntavam porque a Psicologia, sempre respondia que gostaria de ajudar os outros.

Lembro inclusive sobre uma frase que diz mais ou menos assim: "A questão não é fazer o seu melhor pra o mundo e sim fazer do mundo um lugar melhor" que automaticamente me remete a uma certa missão dos profissionais da área de saúde (médicos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, enfermeiros e outros )que visam a promoção do bem-estar social.

Porém, poderia ter escolhido qualquer outra área da saúde para atuar se o foco fosse tão somente a doação aos necessitados. Acho que a minha escolha pela Psicologia, e nesse ponto estou sendo muito gestáltica em falar na 1 pessoa do singular, foi porque também, ou principalmente, adoro escutar as pessoas, suas queixas, suas falas, suas histórias, seus encontros e desencontros, seus conflitos, suas defesas, suas interdições, confluências, retroflexões, projeções, internalizações, sua maneira de estar no mundo e a maneira como iremos estabelecer nosso contato, nosso momento, nosso aqui agora.

Confesso que não há nada mais estimulante pra mim que vivenciar isso com o paciente num setting terapêutico e poder ajudá-lo a superar todas as suas questões, estimulando a sua auto-estima como também percebe que num determinado momento ele conseguirá identificar suas interrupções sozinho, para então se lançar no mundo.

Para então repetir e refazer e reconstruir-se num processo de auto criar-se e recriar-se e viver.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A criança brinca imagina, e a psicologia estuda cada ação por ela realizada .

Cada ação por ela realizada , seus sentimentos, raivas,medos e duvidas são estudados por Psicólogos.

As crianças e a aprendizagem.

As crianças e a aprendizagem



Essas perguntas são feitas entre os educadores há bem pouco tempo.
Antigamente, acreditava-se que as crianças aprendiam apenas recebendo informações de um professor. O professor explicava, ditava regras, mostrava figuras. A criança ouvia, copiava, decorava e devia aprender. Quando não aprendia, culpava-se a criança (desatenta, irresponsável) ou falta de "jeito" do professor.
Atualmente existem outras idéias sobre aprendizagem. Elas são o produto do trabalho de certos educadores e psicólogos que têm procurado responder as perguntas apresentadas no início deste texto. O campo de estudo desses pesquisadores chama-se Psicologia Cognitiva (piscologia é a ciência que estuda o pensamento e as emoções; a palavra cognitiva refere-se ao conhecimento).
Os conceitos da Psicologia Cognitiva aplicam-se ao conhecimento e à aprendizagem em geral e naturalmente valem para o conhecimento matemático. Essas idéias não negam completamente as idéias antigas sobre o aprendizado. É possível aprender recebendo informações, treinando e decorando regras. Mas, dessa maneira, a compreensão daquilo que se aprende costuma ser bem pequena. E esta é a diferença: o que se procura através da Psicologia Cognitiva é favorecer o aprendizado com compreensão.
A Psicologia Cognitiva fez importantes decobertas sobre o pensamento da criança. Os pesquisadores concluíram que:
Vamos exemplificar esta última afirmação. Experimentemos mostrar a uma criança duas bolachas iguais, uma inteira e a outra partida em quatro pedaços. Quase todas as crianças de cinco anos de idade vão dizer que as quantidades de bolacha não são iguais. Muitas vão achar que há maior quantidade na bolacha em pedaços. Já as crianças mais velhas reconhecerão facilmente que as quantidades são iguais.
Esse exemplo mostra um fato comum: em certos estágios do pensamento as crianças pensam que a disposição das partes altera a quantidade. Por isso, para as crianças pequenas, pode parecer que a quantidade de bolacha aumenta se ela for partida em pedaços.
Os pesquisadores da Psicologia Cognitiva também elaboraram idéias sobre o que é aprender. Eles declaram que aprender com compreensão é um processo pessoal, que acontece dentro da cabeça de cada um. Esse processo exige que o aprendiz pense por si próprio.
Assim, para a Psicologia Cognitiva, simplesmente receber informações de um professor não é suficiente para que o aluno aprenda com compreensão, porque, nesse caso, a criança fica passiva, não pensa com a própria cabeça.
A Psicologia estudou também quais objetos ou atividades ajudam a aprender. Ela tem mostrado que o pensamento e o aprendizado da criança desenvolvem-se ligados à observação e investigação do mundo. Quanto mais a criança explora as coisas do mundo, mais ela é capaz de relacionar fatos e idéias, tirar conclusões; ou seja, mais ela é capaz de pensar e compreender.
Por exemplo, as crianças que tiveram oportunidade de praticar relações comerciais (compras, pagamentos, trocas) costumam ser mais capazes de resolver problemas matemáticos envolvendo esses assuntos do que crianças que não tiveram tais experiências.
É justamente esta última idéia que tem motivado os educadores a buscarem meios de fazer a criança explorar o mundo à sua volta.

Psicologia na educação

Pais e professores têm dificuldades em encontrar problemas psicológicos nas crianças.
Anderson Xavier
Exemplos clínicos e vários estudos vêm demonstrando que, em muitos casos, não existem problemas de comportamentos nas crianças e adolescentes, conforme afirmam professores e pais.
De forma geral, comportamentos indesejáveis (ficar mal humorado e nervoso, matar ou “enforcar” aula, muitas vezes ser desobediente etc.) também são encontrados em crianças e adolescentes que não são encaminhados a terapia, evidenciando que são comportamentos comuns para sua faixa etária, meio cultural e social.
Muitas crianças e adolescentes dispõem de comportamentos desejáveis (ajudar os outros, expressar carinhos, fazer perguntas etc.), mas não têm a oportunidade de mostrá-los na escola, onde provavelmente se comportam segundo as normas e diretrizes das entidades. Eles percebem que, agindo de forma indesejável, encontram atenção do adulto e dos colegas e conseqüentemente são motivados a repetirem tal comportamento.Os professores, ao encaminharem as crianças e os jovens à psicoterapia, costumam levar mais em consideração os comportamentos indesejados que os desejados, mostrando que estão com a atenção mais voltada aos comportamentos negativos.
Os meninos são os mais indicados para o tratamento psicológico por apresentarem mais comportamentos indesejáveis que as meninas. Já as meninas aparentam ter comportamentos mais maduros em algumas habilidades interpessoais, como tomar iniciativas e expressar opiniões, e apresentam mais problemas internalizados (medo, timidez etc.), mais comuns em pessoas mais velhas.
As crianças e os jovens, ao interagirem com os colegas e adultos de forma socialmente habilidosa e desejável, podem conseguir atenção e também ser menos rejeitados. Conseqüentemente, terão mais atenção e diminuirão o número de comportamentos indesejáveis. Só temos que motivá-los sempre que esses comportamentos aparecem.
Conhecer as razões que levam pais e professores a encaminharem essa população para psicoterapia é um tema de grande relevância quando se pensa em realizar trabalhos preventivos. Quanto mais conhecimentos tiverem sobre os reais motivos para o encaminhamento psicológico infantil, mais facilmente é possível evidenciar os verdadeiros fatores que fazem os pais e professores identificarem “crianças e adolescentes problemáticos” em meio a outras consideradas ajustadas. Identificar corretamente crianças e jovens que merecem atenção psicológica é ainda mais relevante quando se observa que parte dessa população que busca ajuda psicológica, na realidade, não apresenta problemas comportamentais significativos a ponto de serem encaminhadas aos consultórios psicológicos.
É evidente que pais e professores precisam receber mais orientações sobre os verdadeiros comportamentos desajustados. Esse treinamento tem que ser feito por psicólogos e profissionais da área da saúde mental em escolas e centros especializados.
Palavras-chave: Psicólogos, Psicologia Infantil, Pais, mães, problemas psicológicos.
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Psicologia na vida das pessoas.

Muitos acontecimentos na vida humana despertam pensamentos e sentimentos capazes de questionar a psicologia da vida, sendo possível avaliar a potencialidade de cada fato.
A princípio, muitas coisas surgem e são vistas como algo ruim, onde as pessoas se identificam com a fragilidade, se fecham e se isolam.
Fatos da vida que quando são sentidos e vividos de forma negativa, levam o ser humano a se depreciarem.
No mundo existem vários tipos de pessoas. Umas mais fortes, mais positivas, que são capazes de transformar o negativo em positivo, superando com mais facilidade certos tipos de traumas. Outras, que se transportam para o subconsciente, cada vez que relembram o caso.
Muitas vezes, dificuldades e obstáculos surgem na vida das pessoas para que aprendam a enfrentá-las e amadurecer com o tempo. Tudo o que se aproveita em momentos difíceis, serve para o fortalecimento do fator psicológico do ser humano.
Em certos momentos não é preciso estudar psicologia para saber lidar com fatos inesperados que influenciam no fator psicológico e passar as experiências vividas. Ninguém melhor do que pessoas que superaram problemas difíceis, que sobreviveram a uma tragédia, que suportaram desilusões amorosas, problemas familiares, doenças; enfim, pessoas que venceram positivamente tais momentos, se tornam mais fortes e têm mais facilidade para falar do assunto, dar apoio às outras pessoas, sem se abalar de forma negativa. Não há nada que fortaleça e motiva mais uma pessoa, do que a superação de traumas.
As pessoas negativas se prendem aos fatos, mantendo-se afastadas de lugares, pessoas, palavras, tornando difícil e quase impossível um bom relacionamento em alguns ambientes.
A influência psicológica é muito importante na vida de qualquer um, porém, é necessário que se tenha capacidade de controlar tal influência e principalmente direcionar o pensamento e as ações de acordo com o momento e os fatos. Esse direcionamento é importante e ao mesmo tempo difícil porque existem dois lados, duas forças: O Negativo e o Positivo.

sábado, 13 de novembro de 2010

mitos e verdades

Mitos e Verdades

  
MITO:Apenas pessoas com problemas devem procurar um psicólogo.
VERDADE:As pessoas também procuram psicólogos porque querem se conhecer melhor.
 
MITO:Apenas pessoas fracas procuram psicoterapia.
VERDADE:Não existe pessoa fraca ou forte. Existem formas diferentes de lidar com as situações.
 
MITO:Tratamento psicológico é para ricos apenas.
VERDADE:Geralmente as clínicas piscológicas ligadas à instituições de ensino de psicologia (seja graduação ou pós-graduação) oferecem atendimento a população por preço simbólico. Alguns postos de saúde também oferecem serviço de psicoterapia.
 
MITO:Um tratamento psicológico vai demorar anos para acabar.
VERDADE:Você é quem decide quanto tempo vai fazer psicoterapia. Algumas pessoas fazem psicoterapia por muito tempo porque querem ou precisam assim como algumas pessoas fazem ginástica para a saúde do corpo.
 
MITO:Crianças só podem ir ao psicólogo depois que já sabem ler e escrever.
VERDADE:Não é porque uma criança não sabe ler e escrever que não tenha sentimentos. Portanto, crianças podem ir a um psicólogo mesmo que não saibam ainda ler e escrever.
 
MITO:Problemas psicológicos são hereditários.
VERDADE:A hereditariedade pode influenciar em alguns problemas psicológicos. Mas não necessariamente é determinante.
 
MITO:Livros de auto-ajuda não servem para nada.
VERDADE:Não existe um livro universal que ajude a todas as pessoas afinal somos diferentes um do outro. Isso não quer dizer que não possa refletir sobre sua vida quando lê um livro, um poema ou até mesmo ouve uma música.
 
MITO:Psicoterapia leva muito tempo.
VERDADE:Você é quem determina o tempo que você quer fazer psicoterapia.
 

Psicologia

O que é Psicologia?

 
Em linhas gerais a Psicologia é uma  ciência que visa compreender as emoções, a forma de pensar e o comportamento do ser  humano. Embora existam diversas áreas e linhas de atuação, a Psicologia busca o conhecimento e o desenvolvimento humano individualmente ou em grupo.

Algumas linhas da psicologia:

Abordagem Centrada na Pessoa 
Gestalt 
Psicodrama
Psicanálise
Comportamental
Análise Transacional
Psicologia Transpessoal